• Isabela Barreto Hildebrand Madureira

1º FÓRUM DA GERÊNCIA DE APOIO SOCIAL DISCUTE PADRONIZAÇÃO DE ATENDIMENTO NOS COPS


Essa foi a primeira vez que profissionais se juntaram para montar um documento que baseia o atendimento de assistência social, pedagógica e psicológica.


Teca Machado


Na última segunda-feira, 17, foi realizado o 1º Fórum da Gerência de Apoio Social dos Centros Olímpicos e Paralímpicos do DF, na Ei!, localizada na sede do Diários Associados. O evento, realizado em conjunto pela Fundação Assis Chateaubriand, pelo IDECACE e pela Secretaria de Esporte e Lazer teve como objetivo discutir as atribuições e as responsabilidades da GAS.


“Apesar de seguirem uma linha de trabalho muito parecida em assistência social, pedagógica e psicológica dentro dos COPs, as Gerências de Apoio Social não têm um padrão onde podem basear seus atendimentos. O evento serviu com esse propósito: Discutir realidades, ideias e uniformizar o trabalho”, explica Ken Araújo, gerente de COPs e um dos organizadores do fórum.


Marcelo Pinto da Rocha, diretor do COP de Samambaia, esteve presente. Segundo ele, foi muito importante estreitar o laço com a GAS, não só de relacionamento, mas de entendimento do papel dela e de todos os seus processos. “É fundamental que estejamos interligados. Hoje o trabalho já é próximo, mas precisávamos estabelecer fluxos e ajustar detalhes, o que foi feito”, conta. A diretora do COP de Planaltina Katiúcia Oliveira de Souza afirma que o ponto mais importante dessa reunião foi o fato de que todos vão levar a mesma informação para os profissionais, não importando de qual centro ou de qual gerência sejam.


Durante o fórum, os profissionais dos diferentes centros atualizaram as diretrizes de atuação da equipe, uniformizaram os protocolos de atendimento e acompanhamento e padronizaram os Instrumentais de Atendimento. Ao fim, criaram um novo documento referencial de atuação da Gerência.


A assistente social do COP de Recanto das Emas Flavia Ferraz acredita que essas novas informações vão fazer a diferença no dia-a-dia do atendimento e na vida das pessoas que os procuram. Paula Araújo, coordenadora do IDECACE, comenta que percebeu que o processo já é humano em todas as localidades. “Mesmo sem padrão, vejo que todos são muito parecidos, apesar de diferenças entre regiões administrativas e modos de agir”.


Essa foi a primeira vez que os profissionais de todos os COPs se juntam para discutir o trabalho da GAS. Foi usada a metodologia World Café, que busca a conversação e diálogos construtivos, acessando inteligência coletiva para aumentar a capacidade de criar e trocar conhecimento.

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