• Isabela Barreto Hildebrand Madureira

CRIANÇAS DOS CENTROS OLÍMPICOS DO DF VIVEM EXPERIÊNCIAS LÚDICAS DURANTE O FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA 2018

Uso de tecnologias e curiosidades sobre a água trouxeram para os pequenos de diversas regiões do Distrito Federal uma reflexão sobre a preservação e o consumo consciente dos recursos hídricos


Mesa tátil mostra curiosidades sobre a água que sensibilzam para a mudança de hábitos (Fotos: Camila de Magalhães/FAC/D.A Press)


Camila de Magalhães


Jogos de tabuleiro gigantes, máquinas que reproduzem o processo de reciclagem de garrafas pet, mesas interativas com blocos, infográficos com curiosidades, fotos áreas que mostram como está distribuída a água do planeta, realidade aumentada para simular uma aventura na floresta, apresentações teatrais, cinema. Essas foram algumas das experiências vividas por alunos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos (COP) e outras centenas de estudantes de todo o Distrito Federal durante o Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília de 18 a 23 de março. A Vila Cidadã foi um espaço aberto para a comunidade durante o evento internacional para conscientizar a população sobre a importância de se preservar os recursos hídricos do planeta.


Para aproveitar essa oportunidade que vem movimentando a cidade na Semana Mundial da Água e complementar o trabalho interdisciplinar que vem sendo realizado nos últimos meses nas unidades esportivas, a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal e a Fundação Assis Chateaubriand proporcionaram um dia especial para 280 crianças e jovens dos COP de Ceilândia (Parque da Vaquejada e Setor O), Estrutural, Riacho Fundo I, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho.


As experiências oferecidas na Vila Cidadã levaram uma reflexão sobre a atitude que tomamos ao nos responsabilizar pela construção de um futuro melhor para as pessoas e para a natureza, com foco no desenvolvimento sustentável, tão defendido na Agenda Global 2030 das Nações Unidas. A questão da água invisível foi uma das curiosidades apresentadas. A água invisível é uma quantidade significativa de água que não está aos nossos olhos, mas que é gasta em processos como a fabricação de roupas, celulares, carros, além da produção de carne, por exemplo. Assim, estimula-se a redução do consumo e o reaproveitamento desses itens.


Para Franciane da Cunha, pedagoga da Fundação Assis Chateaubriand, foi uma oportunidade única para a garotada. “Além de estarem em contato com um ambiente internacional, a visita complementa o trabalho de conscientização sobre a água que já vínhamos realizando com eles nos Centros Olímpicos. Fora que muitas crianças não têm tanto contato com a tecnologia, e aqui puderam testar soluções tecnológicas interessantes”, destacou a profissional.


Opinião das crianças


"Estamos aprendendo cada vez mais sobre como usar a água e aproveitá-la melhor. Foi muito legal ter usado os óculos de realidade aumentada e fazer uma viagem por uma reserva ambiental. Mostrou que isso tudo pode acabar e talvez a gente não veja mais isso. Algum dia a água pode acabar e não teremos nada para beber, lavar e tomar banho.”

Eduardo de Oliveira, 11 anos, aluno do Centro Olímpico e Paralímpico de Ceilândia - Parque da Vaquejada


“Está sendo legal porque participamos de várias dinâmicas e brincadeiras. Assim fica divertido para a gente aprender mais sobre a água. A gente tem que usar a água de maneira correta. Se não fizermos nada, daqui a pouco não tem mais água. Já mudei várias coisas em casa: não demoro mais tanto no banho, já falei para o meu pai usar água da máquina de lavar roupas para limpar o carro e a garagem. A gente não usa mais a mangueira para isso.”

Maria Cecília Lima, 11, aluna do Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia


“Muito bom estar aqui porque a gente está conhecendo novas coisas sobre a água, com vários jogos. A gente tem que reciclar e aprender como usar melhor a água. Também já conseguimos mudar alguns hábitos lá em casa, como não ter mais banho demorado, evitar o desperdício ao lavar as louças.”

Ícaro Gabriel Monteiro, 10 anos, aluno do Centro Olímpico e Paralímpico de Ceilândia - Setor O


“É uma experiência muito boa estar aqui. Nós todos sabemos que é preciso economizar, mas ainda tem muita gente gastando água desnecessariamente. Eu acho que a gente tem que economizar para que não morram mais pessoas, animais e plantas.”

Paloma Cavalcanti, 12, ginástica rítmica Setor O


Parceria pelo esporte


Em parceria com a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal, a Fundação Assis Chateaubriand é responsável pela gestão pedagógica de 7 dos 11 Centros Olímpicos e Paralímpicos do Distrito Federal: Ceilândia (Parque da Vaquejada e Setor O), Estrutural, Riacho Fundo I, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. Além das aulas esportivas regulares, são desenvolvidos treinamentos de rendimento, eventos comemorativos e esportivos, além de cursos de qualificação social. Clique aqui para saber mais sobre esse trabalho.


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